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A Marcha Mundial das Mulleres é un movemento internacional de accións feministas que reúne grupos, organizacións de base e mulleres que traballan para eliminar as causas da pobreza e da violencia contra as mulleres.

Queres facer parte da Marcha Mundial das Mulleres?

Se és de calquera destas cidades (ou de algunha vila-lugar próximo) contacta directamente:

  • Coordenadora Local de Compostela:  Este enderezo de correo-e está a ser protexido de programas autómatas de envío de correo non sedexado, precisas activar o JavaScript para velo
  • Coordenadora Local de Ferrolterra:  Este enderezo de correo-e está a ser protexido de programas autómatas de envío de correo non sedexado, precisas activar o JavaScript para velo
  • Coordenadora Local de Ourense:  Este enderezo de correo-e está a ser protexido de programas autómatas de envío de correo non sedexado, precisas activar o JavaScript para velo
  • Coordenadora Local de Vigo:  Este enderezo de correo-e está a ser protexido de programas autómatas de envío de correo non sedexado, precisas activar o JavaScript para velo

Tamén podes contactar directamente coa coordenadora nacional e falamos de como podes incorporarte a calquera das coordenadoras locais e mesmo pór en marcha unha na túa localidade!

  • Marcha Mundial das Mulleres na Galiza:  Este enderezo de correo-e está a ser protexido de programas autómatas de envío de correo non sedexado, precisas activar o JavaScript para velo
  • Telefone: 698159764
Modificado o ( Domingo, 02 Agosto 2015 01:16 )
 

Ourense prepárase para a chegada da Caravana Feminista

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A Coordenadora Local de Ourense preparou dentro do ciclo de actividades VeránEarte impulsado polos colectivos culturais de base da cidade unha actividade en torno á Caravana Feminista.

Con xogos de palabras encrucilladas, cambios de rodas, sementes autóctonas, adiviñar os países polos que pasa e pasará a caravana ou mesmo cunha caravana "fabricada" para a ocasión as veciñas e veciños de Ourense tiveron ocasión de achegarse á esta IV acción internacional da Marcha Mundial das Mulleres que xa prepara novas actividades en Ourense de cara á chegada do 9 de Outubro.

 

 

Pelo fim da invisibilizaçom de agressons machistas nos movimentos sociais.

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Difundimos comunicado elaborado por diferentes mulleres feministas de Compostela, enviouse a diferentes medios nos que non foi publicado: Abordaxe, A Kalimera, Diario Liberdade, Galicia Confidencial, Galiza Contrainfo, Novas da Galiza, Praza Pública, Sermos Galiza. Todos os debates sobre violencia son igual de importantes, tamén aqueles que afectan ao seo dos movementos nos que as activistas participamos.

“Pelo fim da invisibilizaçom de agressons machistas nos movimentos sociais.

Nom há nada mais parecido a um machista de direitas que um machista de esquerdas. Enquanto a divisom do público e do privado nom se resolve -e a sua resoluçom implica uma revoluçom que o transformaria todo-, e a esquerda nom assume a luta diaria, difícil e imprescindível de integrar o feminismo como um prisma para focar qualquer militancia ou ativismo, seguimos a reproduzir o patriarcado. E nom nos vale aguardar a depois; nom vamos manter o silencio por nom prejudicar a sua “revoluçom”, enquanto se perpetuam os seus privilégios da divisom sexual de dominaçom.

Um grupo de feministas de Compostela animamo-nos há semanas atrás a dar um passo á frente, denunciando a agressom que sofreu no mes de maio uma companheira por parte de Suso Sanmartim, ativista compostelano. Este homem agrediu-a invadindo o seu espaço e burlando-se dela. Quando a moça denunciou esta agressom decidiu-se, desde mulheres feministas de Compostela, escrever um comunicado apoiando-a e exigindo aos espaços dos que faz parte o agressor e que se dizem de “esquerda”, que se posicionassem publicamente. De igual jeito, enviou-se o comunicado aos meios de comunicaçom afins para que fizessem pública também a denúncia.

A resposta foi a esperável; já antes de se espalhar o comunicado, ele reagiu ameaçando-nos com uma denúncia nos julgados por supostas calúnias, negando a agressom e dando “uma adverténcia” de que o nosso passo provocaria “o pior para todo o mundo”. Tras este primeiro momento, o que recebemos foi: Nenhuma difusom por parte dos meios de comunicaçom os que lhe foi enviado o comunicado. Dos coletivos que faz parte o individuo em questom: Por parte de Compostela Aberta, um e-mail onde davam a entender que o que acontece no eido privado nom é objeto do seu debate. A Gentalha do Pichel e o Novas da Galiza enviarom cadanseu e-mail onde refletiam ter debatido internamente sobre o tema e amosavam a sua disposiçom a seguir abordando-o sempre e quando se rompesse o anonimato. Por parte de AGAL nenhuma resposta nem mençom a respeito.

Em definitiva, praticamente todos os coletivos sociais responderam de forma escassa e evasiva. Porque o comunicado era anónimo, porque haveria que ouvir as duas partes, porque a agressom nom aconteceu numa assembleia, porque era uma “microagressom”, ou com argumento de que esta campanha de visibilizaçom nom era mais que um intento de dinamitar a imagem de uma pessoa pública. Por se isto fosse pouco com que lidar, tivemos que suportar de muitos companheiros o questionamento constante da agressom e da pessoa agredida por nom saber quem era ela; com a desculpa de que ao ser um comunicado anónimo nom era posivel um posicionamento. Ao final de ter o lombo maçado parece que os paus já nom som tam graves.

Para nós, todo isto é um símbolo da falta de reflexom feminista nas organizaçons sociais e políticas, e evidencia a caréncia de protocolos de actuaçom vista este tipo de situaçons que estam assumidas, incluso na esquerda, como comportamentos normais.

Nom é Suso Sanmartín em particular, som todas as pessoas que fazem uso dos seus privilégios e as que de algum jeito ou de outro permitem que isto se perpetue.

Jé abonda. Pensamos que o nosso melhor contributo á transformaçom social é atravessar quantas pedras seja possível áss rodas do carro de machirulos, supostamente dissidentes, independentistas, comunistas, anarquistas e guerreiros de qualquer causa justa. Nom há justiça se pretendem acabar com uma dominaçom alimentando-se de outra que os privilegia. E nom é questom de matizes, nom vamos deixar que sejam outros quem julguem quando uma agressom é suficientemente grave. Nom vamos consentir babosadas, nem faltas de respeito, nem humilhaçons, nem silenciamentos, nem insultos, nem palizas.

Hoje sai o nome de Suso Sanmartim, mas amanhá pode ser o de qualquer outro. Se nom és parte da soluçom és parte do problema.

Por isso vemo-nos na obriga de fazer este novo comunicado que jé nom é anónimo, e com que queremos advertir que nom vamos deixar que se invisibilize nenhuma agressom, e que nós as mulheres, sim vamos responder. Porque nom existe transformaçom possível nem esquerda real, se nom é feminista.

As mulheres que assinamos a continuaçom vamos dar a cara ante as agressons, denunciando com nomes e apelidos aos falsos companheiros. E nom nos enganamos de inimigo. Mas nom pretendamos predicar fora, se ainda nom temos a casa varrida.”

APELIDOS E NOME

Alba Hernaiz, Lara

Alcaraz Ladrero, Fedra

Alonso Barandela, Pilar

Alonso Pinheiro, Lorena

Álvarez Costas, Alba

Álvarez Vázquez, Paula

Álvarez, Marta

Alvim Bastos, Clara

Amigo de Pascual, Uxía

Antúnez Álvarez, María

Arís Couso, Andrea

Balboa Díaz, Rosalía

Barca Varela, Doris

Barcellona, Giada Maria

Barciela Varela, Isaura

Barral Camba, Pilar

Bértolo Sanjuan, Nadina

Blanco Fernández, Xandra

Blanco Monteiro, Begoña Cristina

Botana Vilaverde, María Pilar

Briones, Pilar

Cabido Pérez, Puri

Calo Iglesias, Charo

Cambeiro Insua, Maite

Campos Ferro, Natalia

Carril Rivadulla,Miriam

Castro Torres, Leticia

Castro Zaera, Marta

Cedrón Barreiro, Lucía

Cendón, Mar

Cividanes Portela, Eva

Collins, Else

Comesaña Cruz, Yaiza

Conde Seoane, Olalla

Cortés Vázquez, Soraya

Cortiço Francho, Rute

De la Montaña Iglesias, Anabel Natividad

Delgado Fernández, Olaia

Delgado Núñez, Ma dos Anxos

Delgado Núñez, Mª Xesús

Dáaz Gándara, Adela

Díaz Novo, Faia

Diz Neira, Andrea

Domínguez Serán, Araceli

Domínguez Tourinño, Guillermina

Doval Carregal, Raquel

Embate Pita, Helena

Enríquez Noya, Rosa

Fariñas Garrote, Beatriz

Fernández Soto, Laura

Fernández Souto, Raquel

Fernández, Laura

Ferreiro Díaz, Lola

Ferreirós Sánchez, Cristina

Gago Portas, Ana Isabel

García Cid, Eire

García, Vero?nica

Garel Ventureira, Lorena

Garrido Fernández, Sandra

Gil Rodríguez, Eva

Gonçalves Devesa, Mónica

Gonçalves Devesa, Natalia

González Ataide, Ximena

González Briones, Fernanda

González Jove, Ana

Iglesias Fernández, Sara

Iglesias Gómez, Verónica

Laia Pereiro, Inma

Lamas Taboada, Andrea

Leirós Comesanha, Luzia

Lopes Barros, Olalha

López Sánchez, Charo

López Varela, Mariña

López, Lucía

Lorenzo Sueiro, Lara

Losade Pérez, Ana María

Loureiro Faro, Marta

Luna Magariños, Araceli

Maroto Romero, Violeta

Martínez-Sayanes de Saa, Beatriz

Martins Dominguez, Clara

Medina Navarro, Lucía

Meixide Portos, Teresa

Míguez González, Aldara

Montes Dopazo, Edurne

Moreno Bodelón, Sara

Mourelo, Mariola

Mouriño López, Eva

Mouriz Barja, Sabela

Noguerol Sánchez, Raquel

Nóvoa Gomez, Montse

Nunes Brións, Andrea

Orajovac Camba, Rosario Salome?

Osorio López, María

Pahino Dasilva, Nuria

Paz Vilar, Ana

Pazos Huete, Teresa de Jesu?s

Pereira Gómez, Sara

Pérez Alonso, Marta

Pérez Fernández, Beatriz

Pérez Millán, María

Pérez Villanueva, Adriana

Pinha González, Silvia

Porto Paderne, Carolina

Porto Paderne, Patricia

Prieto Bermúdez, Teresa

Puga Fidalgo, María

Rei Branco, Raquel

Rei Vázquez, Alexandra

Reimondez, María

Reza Álvarez, Rut

Rios Bergantinhos, Noa

Rios Curbeiro, Paula

Rivas Fernández, Alba

Roca Agra, Inés

Roca Agra, Sara

Rodil Fernandes, Xiana

Rodríguez Dopazo, Reis

Rodríguez López, Mari?a Isabel

Rodríguez Vázquez, Sabela

Rodríguez Vega, Rexina

Rodríguez Villar, Inma

Romaní Blanco, Ana

Romero Diéguez, Alba

Rosendo Priego, María

Royo Díaz, María

Rubianes de la Cruz, Elvira

Sánchez Díaz, Lucía

Sánchez Mancebo, Monserrat

Sánchez Peña, Aira

Santiago Soutullo, Merchi

Santorum Paz, Rosa

Santos Franco, Mónica

Sousa Sánchez, Laura

Soutelo Vázquez, María Neves

Suárez Briones, Beatriz

Táboas Martínez, Xandra

Torres García-Oubiña, Patricia

Trillo Guerra, Inés

Trindade, Carla

Urizarbarrena González, Irati

Vázquez Conde, Luisa

Vázquez Lameiro, Nerea

Vázquez Vazquez, Ester

Viceiro, Isabel

Vizcaíno Cabodevila, Paula

Zapata Rubio, Irene

Zas Rei, Iria Zeltia

Zúñiga, Yolanda

Podedes asinar enviando o voso nome ao mail bastadeagressonsmachistas@gmail.com

Modificado o ( Domingo, 02 Agosto 2015 00:28 )
 

A Caravana Feminista ao lado das e dos superviventes do xenocidio de Srebrenica

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A Caravana Feminista ao lado das e dos superviventes do xenocidio de Srebrenica
condenan o ascenso do fascismo en Europa



Fai 20 anos, o 11 de Xullo 1995, máis de 8000 homes e rapaces da cidade de Srebrenica e os pobos de arredor foron masacrados polas forzas militares serbias de Bosnia. Os seus restos foron enterrados en foxas comúns e algúns corpos foron esparexidos para non ser encontrados nunca máis. O mesmo día, as mulleres foron separadas dos homes, levadas a campos de concentración e violadas sistematicamente por soldados serbios.

Dende o 2004, cada ano organízase unha marcha pola paz en apoio das vítimas do xenocidio de Srebrenica e para recordar de forma colectiva os horribles crimes de odio cometidos en Europa fai non moito tempo. Para a conmemoración dos 20 anos, a caravana feminista  asistiu a  homenaxe e participou neste encontro internacional pola paz.

O acontecido en Srebrenica foi o resultado dun fallo profundo das forzas internacionais de "mantemento da paz" das Nacións Unidas, os que non cumpriron a súa misión - a de protexer ao pobo de Srebrenica, entre outras cousas. Os nosos estados poderosos e ricos e os seus exércitos sacrificaron o pobo de Srebrenica, supostamente para alcanzar a paz co estado serbio. Pero preguntámonos que tipo de paz é esa, cando un número considerable de responsables desta masacre e doutras que aconteceron durante a guerra seguiron e seguen ocupando altos cargos no goberno serbio. Este é o caso do actual primeiro ministro Aleksandar Vucic, que asistiu ao evento de conmemoración. Cando se perpetraron estes crimes contra o pobo musulmán de Bosnia, este home fixo declaracións públicas para fomentar os crimes, como por exemplo "por cada serbio asasinado masacraremos 100 musulmáns".

O que está a pasar en torno a esta homenaxe dos 20 anos da masacre é aterrador. O estado serbio foi apoiado por Rusia para non permitir que se aprobase no Consello de Seguridade da ONU unha resolución que conmemora o xenocidio. Todas as protestas de conmemoración organizadas estes últimos días en Belgrado foron prohibidas e algúns/algunhas activistas que portaban velas foron atacadas .

A presenza de Vucic no acto conmemorativo foi unha clara provocación. Expresamos nosa solidariedade coas nosas compañeiras, os que lle berraron eslóganes ao pasar como " Responsabilidade! " ou " Recoñece o xenocidio!

Non sabemos quen lle tirou un proxectil e o condenamos, pero sabemos sen dúbida que este acto perturbou a forte mensaxe de paz que as e os participantes quixeron mostrar. Cremos que estes altercados en torno ao acto conmemorativo é o resultado das políticas agresivas cara ás e os superviventes do xenocidio e do pobo musulmán da rexión.".

Cremos que os responsables dos crimes de odio non son soamente os que cometeron os ataques fisicamente, senón tamén todos os "intelectuais", humoristas ou responsables políticos que incitaron constantemente ao odio.

Somos conscientes de que Europa está nun momento de ascenso do fascismo e do odio racista e antisemita, onde a responsabilidade se divide entre os grupos de extrema dereita e as personalidades mediáticas que incitan ao discurso do odio.

Visitamos Srebrenica. Falamos coas mulleres de aquí e vimos as condicións en que vive a xente nesta parte de Europa, 20 anos despois deste xenocidio e chócanos moito. A estrada principal que une Srebrenica co resto do país está medio destruída. Dado que as cidades de arredor forman parte da República Serbska (de Bosnia), non hai ningún indicio da estrada que leva a Srebrenica. Os efectos do xenocidio aínda son visibles e a poboación de Srebrenica aínda está moi illada. As chamadas ao "perdón" neste contexto soan a abandono da dignidade humana.

Hoxe, 20 anos máis tarde, estamos aquí para recordar e non esqueceremos todas as atrocidades cometidas en Bosnia durante a guerra de 1992 -1995.
O aumento do fascismo nos Balcáns está profundamente ligado co aumento do fascismo que tomou moitas formas en toda Europa, polo que debemos ser conscientes de que o aumento de os gobernos fascistas non é algo afastado ás realidades de Europa Occidental. Evitar que se instalen as políticas fascistas e as guerras é unha loita diaria.

Recordar o xenocidio de Srebrenica para non permitir que a historia se repita!


Caravana Feminista – Sarajevo – 14 de Julio 2015
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Modificado o ( Mércores, 15 Xullo 2015 17:45 )
 
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