MarchaMundialdasMulleresnaGaliza

Cambiar o mundo para cambiar a vida das mulleres, cambiar a vida das mulleres para cambiar o mundo

Marcha Mundial das Mulleres :: Feminismo :: Galiza

Fórum Social Mundial de 2009, Belém do Para, Brasil

Correo-e Imprimir PDF
Declaração da Assembléia de Mulheres

No ano em que o FSM encontra-se com a população da Pan-Amazônia, nós mulheres de diferentes partes do mundo, reunidas em Belém, afirmamos a contribuição das mulheres indígenas e das mulheres de todos os povos da floresta como sujeito político que vem enriquecer o feminismo a partir da diversidade cultural de nossas sociedades e conosco fortalecer a luta feminista contra o sistema patriarcal capitalista globalizado.

O mundo hoje assiste a crises que expõem a inviabilidade deste sistema. As crises financeiras, alimentar, climática e energética não são fenômenos isolados, mas representam uma mesma crise do modelo, movida pela superexploração o do trabalho e da natureza e pela especulação e financeirização o da economia.

Frente a estas crises não nos interessam as respostas paliativas e baseadas ainda na lógica do mercado. Isto somente pode levar a uma sobrevida do mesmo sistema. Precisamos avançar na construção de alternativas. Para a crise climática e energética, negamos a solução por meio dos agrocombustíveis e do mercado de créditos de carbono. Nós, mulheres feministas, propomos a mudança no modelo de produção e consumo.

Para a crise alimentar, afirmamos que os transgênicos não representam uma solução. Nossa proposta é a soberania alimentar e a produção agroecológica.

Frente à crise financeira e econômica, somos contra os milhões retirados dos fundos públicos para salvar bancos e empresas. Nós mulheres feministas reivindicamos proteção ao trabalho e direito à renda digna.

Não podemos aceitar que as tentativas de manutenção desse sistema sejam feitas à custa de nós mulheres. As demissões em massa, o corte de gastos públicos nas áreas sociais e a reafirmação desse modelo produtivo afeta diretamente nossas vidas à medida que aumenta o trabalho de reprodução e de sustentabilidade da vida.

Para impor seu domínio no mundo, o sistema recorre à militarização e ao armamentismo; inventa confrontações genocidas que fazem das mulheres botim de guerra e sujeitam seus corpos à violência sexual como arma de guerra contra as mulheres no conflito armado. Expulsa populações e as obriga a viver como refugiadas políticas; deixa na impunidade a violência contra as mulheres, o feminicídio e outros crimes contra a humanidade, que se sucedem cotidianamente nos contextos de conflitos armados.

Nós feministas propomos transformações profundas e radicais das relações entre os seres humanos e com a natureza, o fim da lesbofobia, do patriarcado heteronormativo e racista. Exigimos o fim do controle sobre nossos corpos e sexualidade.

Reivindicamos o direito a decidir com liberdade sobre nossas vidas e territórios que habitamos. Queremos que a reprodução da sociedade não se faça a partir da superexploração o das mulheres.

No encontro das nossas forças, nós nos solidarizamos com as mulheres das regiões de conflitos armados e de guerra. Juntamos nossas vozes às das companheiras do Haiti e rechaçamos a violência praticada pelas forças militares de ocupação. Nossa solidariedade às colombianas, congolesas e tantas outras que resistem cotidianamente à violência de grupos militares e das milícias envolvidas nos conflitos em seus países. Expressamos nossa solidariedade com as iraquianas que enfrentam a violência da ocupação militar norte-americana.

Nesse momento em especial, nós nos solidarizamos com as mulheres palestinas que estão na Faixa de Gaza, sob ataque militar de Israel. E nos somamos a todas que lutam pelo fim da guerra no Oriente Médio.

Na paz e na guerra nos solidarizamos às mulheres vitimas de violência patriarcal e racista contra mulheres negras e jovens.

De igual maneira, manifestamos nosso apoio e solidariedade a cada uma das companheiras que estão em lutas de resistência contra as barragens, as madeireiras, mineradoras e os mega-projetos na Amazônia e outras partes do mundo, e que estão sendo perseguidas por sua oposição legítima à exploração. Nos somamos às lutas pelo direito à água.

Nos solidarizamos a todas as mulheres criminalizadas pela prática do aborto ou por defenderem este direito. Nós reforçamos nosso compromisso e convergimos nossas ações para resistir à ofensiva fundamentalista e conservadora, e garantir que todas as mulheres que precisem tenham direito ao aborto legal e seguro.

Nos somamos às lutas por acessibilidade para as mulheres com deficiência e pelo direito de ir e vir e permanecer das mulheres migrantes.

Por nós e por todas estas, seguiremos comprometidas com a construção do movimento feminista como uma força política contra-hegemônica e um instrumento das mulheres para alcançar a transformação de suas vidas e de nossas sociedades, apoiando e fortalecendo a auto-organização das mulheres, o diálogo e articulação das lutas dos movimentos sociais.

Estaremos todas, em todo o mundo, no próximo 8 de março e na Semana de Ação Global 2010, confrontando o sistema patriarcal e capitalista que nos oprime e explora. Nas ruas e em nossas casas, nas florestas e nos campos, no prosseguir de nossas lutas e no cotidiano de nossas vidas, manteremos nossa rebeldia e mobilização.

Belém, 1 de fevereiro de 2009

Modificado o ( Venres, 06 Febreiro 2009 18:21 )
 

Actividades da MMM no FSM 2009

Correo-e Imprimir PDF

O Foro Social Mundial 2009 terá lugar do 27 de xaneiro até o 1 de febrero en Belém de Pará, Brasil, pero as actividades da Marcha van comezar o 26 de xaneiro. Mulleres de Brasil, Nepal, Turquía, África do Sur, A República democrática do Congo, Portugal, Cabo Verde, Mozambique, Venezuela, Cuba e Argentina van apresentar os diferentes talleres que a Marcha propón.

PROGRAMACIÓN:

1). 26 de xaneiro, 6:00 p.m.: Reunión de preparación da Asemblea de movimentos sociais. Lugar: Sindicato dos Bancarios do Pará e do Amapá, rua 28 de Setembro, 1210.

2). 27 de xaneiro, 1:00 p.m.: Encontro de benvida as militantes da Marcha na escola onde a delegación brasileira estará hospedada. Lugar : Escola Estadual Paes de Carvalho, rua Saldanha Marinho, Praça da Bandeira/Comércio cerca de Ver-o-Peso.

3). 28 de xaneiro, 3:30-6:30 p.m.: Actividade de apresentación da acción 2010.
Lugar: Carpa dos Pobos sen Estado:
- Contexto mundial desde unha perspectiva feminista
Representante da rexión amazónica (portugués)
Sarita, Nepal (inglés)
Yidiz, Turquia (inglés)
- Cómo construimos a Marcha como movimento permanente en resposta a este contexto.
Representante brasilera (portugués)
Wilhelmina, Africa del Sur (inglés)
Representante latinoamericana
- Batucada, cancións
- Apresentación de contidos da acción 2010 e outras
- Formas de acción
Reprsentante brasilera que tratará da organización da Marcha
Adèle, República Democrática do Congo (francés)

4). 30 de xaneiro, 8:30 a.m. até as 12:00 p.m.: Mulleres e crise financeira, loita imperialista e solidariedade internacional, por Wilhelmina. Actividades serán organizadas pola Federación democrática internacional das mulleres (FDIM). Mulleres de Portugal, Cabo Verde, Mozambique, Venezuela, Cuba e Arxentina van participar no panel de discusión.

5). 31 de xaneiro, 12:00-3:00 p.m.: A ilegalidade do aborto ameaza a vida das mulleres. Participantes: Frente contra a criminalización das mulleres e para a legalización do aborto; Articulación de mulleres brasileiras; Articulación de mulleres negras do Brasil; Dia brasileiro para o aborto legal e seguro; Liga brasileira de lesbianas; Marcha mundial das mulleres; Red e feminista da saúde, dereitos sexuais e reprodutivos; Secretariado nacional da muller traballadora da Central única de traballadores (CUT); Unión brasileria de mulleres; Unión nacional dos estudantes.

Máis información na Web Internacional da MMM.

Modificado o ( Sábado, 24 Xaneiro 2009 20:54 )
 

Todas somos Palestina

Correo-e Imprimir PDF

Nen guerra que nos mate, nen paz que nos oprima

A Marcha Mundial das Mulleres formou parte das organizacións convocantes e participou con comitiva propia o pasado Domingo 18 de Xaneiro na manifestación nacional en apoio ao pobo palestino baixo un manifesto conxunto para exixir:

  • Que se impulsen políticas activas de solidariedade en favor de Palestina.

  • Que a Xunta de Galicia se pronuncie contra Israel e a favor do pobo palestino.

  • Que se declaren á embaixada e o Goberno Israelí non gratos en todo o territorio galego no seu conxunto; e concello por concello,

  • E que os medios de comunicación e a prensa internacional informen con imparcialidade e non a favor do sionismo .

Dende a Marcha tentamos dar voz ás nosas compañeiras palestinas a través das súas imaxes que levamos na nosa comitiva co gallo de facelas presentes na mobilización como xa o están sempre no corazón de todas nós.

Eis unhas imaxes da nosa participación en favor da paz e en defensa dos dereitos do pobo palestino:

Modificado o ( Martes, 28 Abril 2009 15:05 ) Ler máis...
 

Sementando un futuro sen violencia machista

Correo-e Imprimir PDF

Manifestámonos cada vez que unha muller é asasinada no noso País.

Porque queremos que se nos vexa e se nos escoite.

 

Porque non imos permitir a continuidade dun sistema que reproduce a desigualdade e a violencia.

 

Loitamos para rematar coas agresións que sufrimos día a día; non só as agresións físicas.

 

O patriarcado e o seu aliado, o capitalismo, agrédennos de múltiples xeitos: na casa, no traballo, na rúa, nos medios de comunicación, na publicidade….coa imaxe que transmiten de nós, cos comentarios machistas que se escoitan a cotío, coa distribución de roles….

 

Queremos mudar a situación, queremos deixar claro que non somos propiedade de niguén.

 

Na MMM queremos un mundo libre de violencia. Un mundo onde toda a humanidade víva libre. Onde ningunha persoa lle pretenza a  outra.

 

Loitamos para que entre todas e todos sexamos quen de SEMENTAR UN FUTURO SEN VIOLENCIA MACHISTA.

 

Rendemos homenaxe a todas as mulleres, as desaparecidas, as que están a sufrir un inferno no seu fogar.

 

Non están soas.

Marcha Mundial das Mulleres

Modificado o ( Luns, 29 Decembro 2008 23:56 )
 

Por umha Lei Integral do Aborto

Correo-e Imprimir PDF

Como parte das actividades transversais do Foro Social Galego, a Marcha Mundial das Mulheres organizou no sábado 6 de dezembro umha apresentaçom dos diferentes aspectos a considerar na elaboraçom dumha Lei Integral do Aborto: A luita polos direitos reprodutivos, umha rede efectiva de Centros de Planeamento Familiar, os aspectos legais e alternativas à despenalizaçom do aborto, e as diferentes perspectivas e pontos em comum dos diferentes colectivos que participaram nas jornadas organizadas na Corunha em Maio com motivo do Dia Internacional da Acçom pola Saúde das Mulheres.

Estabeleceu-se que os direitos das mulheres som direitos humanos e como tal tenhem de ser defendidos. As mulheres nom podemos ser criminalizadas por exercer o nosso direito a decidir livre e responsavelmente se queremos ter crianças ou nom, e de que maneira decidimos exercer a nossa sexualidade, tal e como está reflectido na conferência do Cairo de 1994 sobre populaçom e desenvolvimento. Tampouco podemos ser discriminadas por razons geográficas dependendo de se vivemos numha cidade como por exemplo Corunha, com um modelo a seguir de Centro de Planeamento Familiar, e com possibilidades de poder realizar um aborto com garantias sanitárias e humanas, ou se por acaso moramos numha localidade onde nom há centros de estas características.

Falou-se das dificuldades e barreiras legais herdadas dum sistema jurídico e político patriarcal e conservador, e se propugérom alternativas baseadas em modelos europeus onde a informaçom, a co-educaçom sexual e afectiva desde crianças, a assistência sanitária, e os direitos da mulher prevaleceriam sobre prejuízos tirados doutras épocas.

Mas como vamos conseguir o nosso objectivo? Como vamos luitar contra a evidente campanha reaccionária contra o direito a decidir das mulheres? Vozes lá em Maio como neste acto saírom clamando o mesmo: ‘Temos que procurar objectivos comuns entre as mulheres, militemos ou nom, tenhamos as diferenças que tenhamos, e levar este tema adiante já’, ‘Os direitos das mulheres defendem-se nom só com pessoas que falam, mas com pessoas que tomam acçom’. É pois a nossa responsabilidade, como mulheres, como defensoras dos direitos humanos de construir estratégias de trabalho conjunto entre todos os colectivos feministas e de activismo do nosso país para sair triunfantes desta a nossa luita.

A publicaçom das jornadas do aborto ‘O Direito a Decidir: Situaçom Actual e Alternativas à Despenalizaçom do Aborto’ nas quais baseamos a apresentaçom deste acto estará disponível para começos do próximo ano.

Modificado o ( Domingo, 14 Decembro 2008 13:45 )
 

Foro Social Galego

Correo-e Imprimir PDF

Andei, andei… mulleres ciganas no FSGal

 Foi unha das actividades máis emocionantes do foro. As mulleres ciganas teñen cousas que dicir, cousas que contar e cousas que nos enseñar, porque saber, non sabemos nada.

A Marcha Mundial cedeu a súa voz no FSGal para axudar a visibilizar a un pobo históricamente discriminado da man das súas mulleres, ciganas doces e inquedas que repasaron a súa historia, egrexia historia, os seus problemas, os seus logros e unha reivindicación clara: “non queremos integrarnos, queremos convivir, só así seremos quen de conservar os nosos costumes”. E abofé que o logran. O cigano é un pobo admirábel, sufridor si, pero orgulloso do seu. Na era da globalización, da uniformización cultural máis salvaxe, máis exterminadora de pobos, aínda é quen de protexer aquilo que lles dá o carácter dende que hai case 1000 anos emprenderan un longo camiñar dende o Punjab indio.

Lupe Ces, da Marcha Mundial das Mulleres, introducía no entanto no debate a crua realidade: “O pobo cigano fai brotar o peor das nosas sociedades, ese sentimento racista co que tamén convivimos neste país. Pasa en toda Europa, e tamén aquí, como se demostrou este verán na Galiza”. Deste xeito o Gelem, Gelem… comezou con dureza, cun vídeo estremecedor, noxento se cadra, no que o alcalde de Treviso (Italia), unha besta chamada Giancarlo Gentilini arengaba ás masas da Lliga Norte, partido de ultradereita racista que vai da man de Berlusconi, para acabar cos xitanos e xitanas: “Quero eliminar os nenos ciganos”, “Tolerancia dobre cero”, “Quero unha resolución contra os nómades”… E a besta segue ceiba, e membros do seu partido andan polo Parlamento Europeo. Unha vergoña para o vello continente e unha realidade dolorosa e arrepiante.

Fronte a isto o pobo xitano do estado español manifestouse diante da embaixada italiana, como amosou outro vídeo presentado por Lupe: “Dereitos Humanos para os ciganos!”. Milleiros de persoas ao tempo berraban, en pleno século XXI, un “liberdade!” que semellaba extraído doutrora. Mais non, era onte. Hoxe. Mañá.

Con estes antecedentes, a voz das catro mulleres que a Marcha invitou ao FSGal foi gloria divina e luz, sobre todo luz para nós, ignorantes. Son galegas, tres ciganas e unha paia, e teñen aínda que andar, andar e andar para defender coa palabra a súa realidade de pobo discriminado e odiado. Carmen Pastor, colaboradora do Instituto de Cultura Xitana, revelounos a impresionante e case épica historia do pobo cigano; Vanesa Jiménez, axente intercultural da Fundación secretariado Xitano, a súa extraordinaria cultura cimentada na solidariedade e na liberdade; Irene jiménez, tamén colaboradora da antedita fundación, falou coa súa doce voz dos problemas da xuventude e das mulleres, así como dos xitanos invisíbeis, eses que, paradoxalmente, son universitarios, avogados ou médicos e dos que ninguén fala. Por último, Marta Bueno, paia con face xitana, nómada dende cativa, debullou como foi unha e mil veces discriminada pola cor da súa pel, que a delataba como a xitana que non era.

Baixo a bandeira dos Rom (persoas), azul enriba, verde embaixo e roda de carro vermella no centro, foi, xa o diciamos, emocionante. Grande iniciativa a da Marcha, grandes as mulleres ciganas e grandes os segredos que garda o Foro Social Galego.

mais información en www.forosocialgalego.org

Modificado o ( Domingo, 14 Decembro 2008 13:38 )
 
Máis artigos...
Páxina 56 de 64

Participa!

unete.png

Opinión - Debate

A Viñeta

A MMM en Twitter

Perfil no Facebook de Marcha Mundial Mulleres Galiza

Enlaces Web











Banner Apoio:



Coloca un na túa páxina web !

Campañas:

cartazrumboagaza.jpg

4accion.png

fotocool_web.png

pgda.jpg

Cartel
Cartel

Publicacións:

tribunal_acusacion.jpg marchabrazil.jpg novasfeministas.jpglibroaiiiaccioninternacional.png portada_aborto.jpg24maio.png

Descargas:

Organizacións que integran a MMM:

NACIONAL
ADEGA [ir]
Andaina, Revista Galega de Pensamento Feminista [ir]
Anova [ir]
BNG - Comisión de Mulleres [ir]
Cerna [ir]
CC.OO - Secretaría da Muller [ir]
Esquerda Unida - Área da Muller [ir]
Forum Galego de Política Feminista [ir]
Galiza Nova - Asemblea de Mulleres [ir]
MÁMOA, Asociación Galega Pro Lactancia Materna
Mulleres Cristiás Galegas
Sindicato Labrego Galego - Secretaría das Mulleres [ir]
STEG - Asemblea de Mulleres [ir]
Xuventude Comunista [ir]
VIGO
AREA LOURA – Mulleres do Val Miñor
Asociación multicultural de mulleres [ir]
Colectivo Violeta
Dorna
Federación Veciñal Eduardo Chao - Vocalía da Muller [ir]
FIGA (Feministas independentes Galegas) [ir]
Mulleres Progresistas de Vigo [ir]
Nós Mesmas [ir]
Rede de Mulleres Veciñais Contra os Malos Tratos [ir]
FERROL
Fuco Buxán [ir]
Lefre de Caldereta [ir]
USTG - Departamento da Muller [ir]
PONTEVEDRA
Asemblea de Mulleres de Pontevedra
COMPOSTELA
LIBERANZA, Asociación de Promoción da Muller
COSTA DA MORTE
Buserana
A MARIÑA
Observatorio da Mariña pola igualdade [ir]

Organizacións que colaboran coa MMM:

Mulleres Nacionalistas Galegas [ir]

Usa software libre

Cartel



Quen está en liña?

Temos 24 convidados en liña