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Cambiar o mundo para cambiar a vida das mulleres, cambiar a vida das mulleres para cambiar o mundo

Marcha Mundial das Mulleres :: Feminismo :: Galiza

Nova víctima da violencia machista na Galiza

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Concentración
Sábado 28 de Febreiro
no obelisco as 20:00hrs
A Coruña

En repulsa polo asesinato de María Socorro da Silva, desaparecida o pasado día 11 de Febreiro, a mans de R.F.A.” cliente habitual” de María Socorro., en Ourense.

ACTUALIZACIÓN: A coordenadora comarcal da Marcha Mundial das Mulleres da Coruña convocou unha concentración de repulsa polo último asasinato machista en Ourense de María Socorro da Silva.

Nesta concentración recordamos ás setes mulleres asasinadas no ano 2008 na Galiza, simbolizándoas do xeito que aparece nas fotos,tapadas con sabas brancas e co nome e lugar onde foron asasinadas. María Socorro estaba simbolizada pola compañeira que está tirada no chan envolta cunha saba.

Unha vez máis temos que constatar que o machismo mata e que as cotas de liberdade conqueridas polas mulleres, teñen un alto coste en vidas humanas.

Modificado o ( Martes, 03 Marzo 2009 15:26 )
 

Fórum Social Mundial de 2009, Belém do Para, Brasil

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Declaração da Assembléia de Mulheres

No ano em que o FSM encontra-se com a população da Pan-Amazônia, nós mulheres de diferentes partes do mundo, reunidas em Belém, afirmamos a contribuição das mulheres indígenas e das mulheres de todos os povos da floresta como sujeito político que vem enriquecer o feminismo a partir da diversidade cultural de nossas sociedades e conosco fortalecer a luta feminista contra o sistema patriarcal capitalista globalizado.

O mundo hoje assiste a crises que expõem a inviabilidade deste sistema. As crises financeiras, alimentar, climática e energética não são fenômenos isolados, mas representam uma mesma crise do modelo, movida pela superexploração o do trabalho e da natureza e pela especulação e financeirização o da economia.

Frente a estas crises não nos interessam as respostas paliativas e baseadas ainda na lógica do mercado. Isto somente pode levar a uma sobrevida do mesmo sistema. Precisamos avançar na construção de alternativas. Para a crise climática e energética, negamos a solução por meio dos agrocombustíveis e do mercado de créditos de carbono. Nós, mulheres feministas, propomos a mudança no modelo de produção e consumo.

Para a crise alimentar, afirmamos que os transgênicos não representam uma solução. Nossa proposta é a soberania alimentar e a produção agroecológica.

Frente à crise financeira e econômica, somos contra os milhões retirados dos fundos públicos para salvar bancos e empresas. Nós mulheres feministas reivindicamos proteção ao trabalho e direito à renda digna.

Não podemos aceitar que as tentativas de manutenção desse sistema sejam feitas à custa de nós mulheres. As demissões em massa, o corte de gastos públicos nas áreas sociais e a reafirmação desse modelo produtivo afeta diretamente nossas vidas à medida que aumenta o trabalho de reprodução e de sustentabilidade da vida.

Para impor seu domínio no mundo, o sistema recorre à militarização e ao armamentismo; inventa confrontações genocidas que fazem das mulheres botim de guerra e sujeitam seus corpos à violência sexual como arma de guerra contra as mulheres no conflito armado. Expulsa populações e as obriga a viver como refugiadas políticas; deixa na impunidade a violência contra as mulheres, o feminicídio e outros crimes contra a humanidade, que se sucedem cotidianamente nos contextos de conflitos armados.

Nós feministas propomos transformações profundas e radicais das relações entre os seres humanos e com a natureza, o fim da lesbofobia, do patriarcado heteronormativo e racista. Exigimos o fim do controle sobre nossos corpos e sexualidade.

Reivindicamos o direito a decidir com liberdade sobre nossas vidas e territórios que habitamos. Queremos que a reprodução da sociedade não se faça a partir da superexploração o das mulheres.

No encontro das nossas forças, nós nos solidarizamos com as mulheres das regiões de conflitos armados e de guerra. Juntamos nossas vozes às das companheiras do Haiti e rechaçamos a violência praticada pelas forças militares de ocupação. Nossa solidariedade às colombianas, congolesas e tantas outras que resistem cotidianamente à violência de grupos militares e das milícias envolvidas nos conflitos em seus países. Expressamos nossa solidariedade com as iraquianas que enfrentam a violência da ocupação militar norte-americana.

Nesse momento em especial, nós nos solidarizamos com as mulheres palestinas que estão na Faixa de Gaza, sob ataque militar de Israel. E nos somamos a todas que lutam pelo fim da guerra no Oriente Médio.

Na paz e na guerra nos solidarizamos às mulheres vitimas de violência patriarcal e racista contra mulheres negras e jovens.

De igual maneira, manifestamos nosso apoio e solidariedade a cada uma das companheiras que estão em lutas de resistência contra as barragens, as madeireiras, mineradoras e os mega-projetos na Amazônia e outras partes do mundo, e que estão sendo perseguidas por sua oposição legítima à exploração. Nos somamos às lutas pelo direito à água.

Nos solidarizamos a todas as mulheres criminalizadas pela prática do aborto ou por defenderem este direito. Nós reforçamos nosso compromisso e convergimos nossas ações para resistir à ofensiva fundamentalista e conservadora, e garantir que todas as mulheres que precisem tenham direito ao aborto legal e seguro.

Nos somamos às lutas por acessibilidade para as mulheres com deficiência e pelo direito de ir e vir e permanecer das mulheres migrantes.

Por nós e por todas estas, seguiremos comprometidas com a construção do movimento feminista como uma força política contra-hegemônica e um instrumento das mulheres para alcançar a transformação de suas vidas e de nossas sociedades, apoiando e fortalecendo a auto-organização das mulheres, o diálogo e articulação das lutas dos movimentos sociais.

Estaremos todas, em todo o mundo, no próximo 8 de março e na Semana de Ação Global 2010, confrontando o sistema patriarcal e capitalista que nos oprime e explora. Nas ruas e em nossas casas, nas florestas e nos campos, no prosseguir de nossas lutas e no cotidiano de nossas vidas, manteremos nossa rebeldia e mobilização.

Belém, 1 de fevereiro de 2009

Modificado o ( Venres, 06 Febreiro 2009 18:21 )
 

Actividades da MMM no FSM 2009

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O Foro Social Mundial 2009 terá lugar do 27 de xaneiro até o 1 de febrero en Belém de Pará, Brasil, pero as actividades da Marcha van comezar o 26 de xaneiro. Mulleres de Brasil, Nepal, Turquía, África do Sur, A República democrática do Congo, Portugal, Cabo Verde, Mozambique, Venezuela, Cuba e Argentina van apresentar os diferentes talleres que a Marcha propón.

PROGRAMACIÓN:

1). 26 de xaneiro, 6:00 p.m.: Reunión de preparación da Asemblea de movimentos sociais. Lugar: Sindicato dos Bancarios do Pará e do Amapá, rua 28 de Setembro, 1210.

2). 27 de xaneiro, 1:00 p.m.: Encontro de benvida as militantes da Marcha na escola onde a delegación brasileira estará hospedada. Lugar : Escola Estadual Paes de Carvalho, rua Saldanha Marinho, Praça da Bandeira/Comércio cerca de Ver-o-Peso.

3). 28 de xaneiro, 3:30-6:30 p.m.: Actividade de apresentación da acción 2010.
Lugar: Carpa dos Pobos sen Estado:
- Contexto mundial desde unha perspectiva feminista
Representante da rexión amazónica (portugués)
Sarita, Nepal (inglés)
Yidiz, Turquia (inglés)
- Cómo construimos a Marcha como movimento permanente en resposta a este contexto.
Representante brasilera (portugués)
Wilhelmina, Africa del Sur (inglés)
Representante latinoamericana
- Batucada, cancións
- Apresentación de contidos da acción 2010 e outras
- Formas de acción
Reprsentante brasilera que tratará da organización da Marcha
Adèle, República Democrática do Congo (francés)

4). 30 de xaneiro, 8:30 a.m. até as 12:00 p.m.: Mulleres e crise financeira, loita imperialista e solidariedade internacional, por Wilhelmina. Actividades serán organizadas pola Federación democrática internacional das mulleres (FDIM). Mulleres de Portugal, Cabo Verde, Mozambique, Venezuela, Cuba e Arxentina van participar no panel de discusión.

5). 31 de xaneiro, 12:00-3:00 p.m.: A ilegalidade do aborto ameaza a vida das mulleres. Participantes: Frente contra a criminalización das mulleres e para a legalización do aborto; Articulación de mulleres brasileiras; Articulación de mulleres negras do Brasil; Dia brasileiro para o aborto legal e seguro; Liga brasileira de lesbianas; Marcha mundial das mulleres; Red e feminista da saúde, dereitos sexuais e reprodutivos; Secretariado nacional da muller traballadora da Central única de traballadores (CUT); Unión brasileria de mulleres; Unión nacional dos estudantes.

Máis información na Web Internacional da MMM.

Modificado o ( Sábado, 24 Xaneiro 2009 20:54 )
 

Todas somos Palestina

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Nen guerra que nos mate, nen paz que nos oprima

A Marcha Mundial das Mulleres formou parte das organizacións convocantes e participou con comitiva propia o pasado Domingo 18 de Xaneiro na manifestación nacional en apoio ao pobo palestino baixo un manifesto conxunto para exixir:

  • Que se impulsen políticas activas de solidariedade en favor de Palestina.

  • Que a Xunta de Galicia se pronuncie contra Israel e a favor do pobo palestino.

  • Que se declaren á embaixada e o Goberno Israelí non gratos en todo o territorio galego no seu conxunto; e concello por concello,

  • E que os medios de comunicación e a prensa internacional informen con imparcialidade e non a favor do sionismo .

Dende a Marcha tentamos dar voz ás nosas compañeiras palestinas a través das súas imaxes que levamos na nosa comitiva co gallo de facelas presentes na mobilización como xa o están sempre no corazón de todas nós.

Eis unhas imaxes da nosa participación en favor da paz e en defensa dos dereitos do pobo palestino:

Modificado o ( Martes, 28 Abril 2009 15:05 ) Ler máis...
 

Sementando un futuro sen violencia machista

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Manifestámonos cada vez que unha muller é asasinada no noso País.

Porque queremos que se nos vexa e se nos escoite.

 

Porque non imos permitir a continuidade dun sistema que reproduce a desigualdade e a violencia.

 

Loitamos para rematar coas agresións que sufrimos día a día; non só as agresións físicas.

 

O patriarcado e o seu aliado, o capitalismo, agrédennos de múltiples xeitos: na casa, no traballo, na rúa, nos medios de comunicación, na publicidade….coa imaxe que transmiten de nós, cos comentarios machistas que se escoitan a cotío, coa distribución de roles….

 

Queremos mudar a situación, queremos deixar claro que non somos propiedade de niguén.

 

Na MMM queremos un mundo libre de violencia. Un mundo onde toda a humanidade víva libre. Onde ningunha persoa lle pretenza a  outra.

 

Loitamos para que entre todas e todos sexamos quen de SEMENTAR UN FUTURO SEN VIOLENCIA MACHISTA.

 

Rendemos homenaxe a todas as mulleres, as desaparecidas, as que están a sufrir un inferno no seu fogar.

 

Non están soas.

Marcha Mundial das Mulleres

Modificado o ( Luns, 29 Decembro 2008 23:56 )
 

Por umha Lei Integral do Aborto

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Como parte das actividades transversais do Foro Social Galego, a Marcha Mundial das Mulheres organizou no sábado 6 de dezembro umha apresentaçom dos diferentes aspectos a considerar na elaboraçom dumha Lei Integral do Aborto: A luita polos direitos reprodutivos, umha rede efectiva de Centros de Planeamento Familiar, os aspectos legais e alternativas à despenalizaçom do aborto, e as diferentes perspectivas e pontos em comum dos diferentes colectivos que participaram nas jornadas organizadas na Corunha em Maio com motivo do Dia Internacional da Acçom pola Saúde das Mulheres.

Estabeleceu-se que os direitos das mulheres som direitos humanos e como tal tenhem de ser defendidos. As mulheres nom podemos ser criminalizadas por exercer o nosso direito a decidir livre e responsavelmente se queremos ter crianças ou nom, e de que maneira decidimos exercer a nossa sexualidade, tal e como está reflectido na conferência do Cairo de 1994 sobre populaçom e desenvolvimento. Tampouco podemos ser discriminadas por razons geográficas dependendo de se vivemos numha cidade como por exemplo Corunha, com um modelo a seguir de Centro de Planeamento Familiar, e com possibilidades de poder realizar um aborto com garantias sanitárias e humanas, ou se por acaso moramos numha localidade onde nom há centros de estas características.

Falou-se das dificuldades e barreiras legais herdadas dum sistema jurídico e político patriarcal e conservador, e se propugérom alternativas baseadas em modelos europeus onde a informaçom, a co-educaçom sexual e afectiva desde crianças, a assistência sanitária, e os direitos da mulher prevaleceriam sobre prejuízos tirados doutras épocas.

Mas como vamos conseguir o nosso objectivo? Como vamos luitar contra a evidente campanha reaccionária contra o direito a decidir das mulheres? Vozes lá em Maio como neste acto saírom clamando o mesmo: ‘Temos que procurar objectivos comuns entre as mulheres, militemos ou nom, tenhamos as diferenças que tenhamos, e levar este tema adiante já’, ‘Os direitos das mulheres defendem-se nom só com pessoas que falam, mas com pessoas que tomam acçom’. É pois a nossa responsabilidade, como mulheres, como defensoras dos direitos humanos de construir estratégias de trabalho conjunto entre todos os colectivos feministas e de activismo do nosso país para sair triunfantes desta a nossa luita.

A publicaçom das jornadas do aborto ‘O Direito a Decidir: Situaçom Actual e Alternativas à Despenalizaçom do Aborto’ nas quais baseamos a apresentaçom deste acto estará disponível para começos do próximo ano.

Modificado o ( Domingo, 14 Decembro 2008 13:45 )
 
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