MarchaMundialdasMulleresnaGaliza

Cambiar o mundo para cambiar a vida das mulleres, cambiar a vida das mulleres para cambiar o mundo

Obradoiro Teatro da Oprimida - 27, 28 e 29 de Agosto na Coruña

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"Ser cidadá non é vivir en sociedade, é transformala”
                                                                                 Augusto Boal

Da Marcha Mundial das Mulleres na Coruña querémosvos convidar a participar no obradoiro de Teatro da Oprimida que terá lugar nos días 27, 28 e 29 de Agosto no Centro Cívico de Labañou (Rúa Colombia, s/n).
Para inscrivirse é preciso preencher a ficha, que se pode baixar no link ao final desta nova, e enviar o antes posíbel a Este enderezo de correo-e está a ser protexido de robots spamers, precisas activar o JavaScript para velo

Qué imos facer?
A través das técnicas do Teatro da Oprimida imos explorar as diversas situacións de opresión en que as mulleres desenvolvemos a nosa vida diaria. Sandra Silvestre, compañeira da Marcha Mundial das Mulleres en Portugal e con ampla experiencia na pedagoxía e educación social e popular da perspectiva feminista, levaranos por un camiño de reflexión interna e externa cara a conscientización das nosas realidades e toma de accións transformadoras.

Os obxectivos principais do obradoiro son:

  • Prover ás mulleres dun espazo de reflexión, debate e acción transformadora cunha abordaxe lúdico-formativa da perspectiva feminista;
  • Coñecer o Teatro da Oprimida, a súa historia e familiarizarse cos principais conceptos do TO;
  • Explorar a través da creatividade e a imaxinación a complexidade do noso entorno e comportamentos;
  • Capacitar para unha cidadanía transformadora, profundando na capacidade de acción colectiva e cooperativa na solución de problemas;

Que é o Teatro da Oprimida?
O “Teatro da Oprimida” pretende transformar á espectadora da súa forma pasiva a suxeito actuante, transformadora da acción dramática da que ela é a protagonista. A idea central é que a espectadora ensaie a súa propia revolución sen delegar papeis ás personaxes, desta forma conscientizándose da súa autonomía diante dos factos cotiás e indo en dirección a súa real liberdade de acción. No TO todas as participantes tórnanse en “espect-atoras”.

Para iniciar unha abordaxe sobre o “Teatro da Oprimida”, tórnase necesaria unha presentación do seu criador, o dramaturgo, director e teórico de teatro Augusto Boal, nacido no Río de Xaneiro en 1931. Boal buscou sempre loitar contra todas as formas de opresión, desenvolvendo na súa loita a favor das exploradas e oprimidas, un teatro de cuño político, libertario e transformador. Iniciou no período da ditadura militar do Brasil proxectos educativos dispostos a desenvolveren unha toma de consciencia das oprimidas, como foi o ALFIN – Programa de Alfabetización Integral, cuxa concepción metodolóxica era inspirada na pedagoxía da oprimida de Paulo Freire.

Informacións práticas
Custo: Gratuíto mas con compromiso ;)
Participantes: mulleres de 18 a 30 anos
Xantar a pedido o sábado e domingo
Mulleres con crianzas por favor indicade na ficha
Horarios:
Venres 27: 18h a 21h
Sábado 28: 10h a 14h e 16h a 20h
Domingo 29: 10h a 14h e 16h a 20h
Lugar: Centro Cívico de Labañou (Rúa Colombia, s/n) A CoruñaExpeditarase certificado de asistencia asinado pola Marcha Mundial das Mulleres.

Descargar ficha [Word] [OpenOffice]

Para mais información : Este enderezo de correo-e está a ser protexido de robots spamers, precisas activar o JavaScript para velo // www.feminismo.info
sobre o TO no Brasil
[web]
TO no Porto [web]

Modificado o ( Venres, 23 Xullo 2010 19:16 )
 

Mulheres livres, Povos soberanos!!!

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Entre os dias 16 e 23 de agosto, acontece na Colômbia o “Encontro de mulheres e povos das Américas contra a militarização”. A escolha do país para sediar o evento não foi por acaso, já que a Colômbia vive há mais de 30 anos em conflitos armados, nos quais morreram 40 mil pessoas na última década.

O encontro é fruto de um processo de mobilização das mulheres colombianas que se estendeu para o continente. A atividade pretende denunciar a perda da soberania de nossos corpos e territórios, gerada pela militarização e representada, nesse momento, pelas bases militares dos EUA na Colômbia. Segundo dados do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INML), 1572 mulheres foram vitimas de violência sexual na Colômbia no ano de 2008, 52 por dia, 2 a cada hora.

O Encontro tem fundamental importância para as mulheres colombianas, pois além de situar a agenda das mulheres no debate da paz também fortalecerá a presença delas no cenário político, as reconhecendo como agentes do processo de negociação de paz. Da perspectiva internacional, trará a militarização como pauta do movimento feminista e dará visibilidade do tema das bases militares na América Latina.

Controle dos territórios, estupros, prostituição e o aumento da violência contra as mulheres são situações recorrentes em áreas de conflito. O corpo das mulheres é, muitas vezes, utilizado como arma de guerra, ou seja, alvo de estupros e outros tipos de violência.

O Encontro Continental de Mulheres e Povos das Américas contra a Militarização será dividido em três momentos. O primeiro, que acontece entre os dias 16 e 20 de agosto, consistirá em uma Missão Humanitária formada por 100 delegados(as) internacionais que observarão os impactos da militarização em diversas regiões da Colômbia.
O segundo momento será no dia 21, quando mais de 500 organizações nacionais e internacionais participam do Fórum Internacional de Debates. Para finalizar o evento, no dia 23, mais de 10 mil pessoas ligadas à organizações sociais e comunidades que se opõem à militarização fazem uma Vigília pela Vida.

Para mais informaçom ou confirmaçom de participaçom contactar a:

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Movimiento Social de Mujeres contra la Guerra y por la Paz  - Este enderezo de correo-e está a ser protexido de robots spamers, precisas activar o JavaScript para velo // +57 7 646 88 69

Marcha Mundial das Mulheres -

Este enderezo de correo-e está a ser protexido de robots spamers, precisas activar o JavaScript para velo // teléfono Brasil +55 11 3032-3243

Organización Femenina Popular - Este enderezo de correo-e está a ser protexido de robots spamers, precisas activar o JavaScript para velo

Convocam:

Marcha Mundial das Mulheres - Via Campesina - Convergencia de los Movimientos y pueblos de las Américas COMPA - Consejo Mundial de la Paz, CMP - Coordinador Nacional Agrario, CNA - Proceso de Comunidades Negras en Colombia, PCN - Corporación Compromiso - Unión Sindical Obrera, USO - Corporación Colombiana de Teatro - Movimiento Social de Mujeres contra la Guerra y por la Paz

 

Modificado o ( Xoves, 22 Xullo 2010 12:53 )
 

Crônica do colóquio do 30 de Junho na Corunha

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No mesmo dia em que as nossas companheiras europeias criavam comunidade em Istambul, nós, na Corunha, também quigemos continuar com um trabalho de já uns meses em que pretendemos abrir processos de transformaçom, espaços de debate, reflexom e açom de grupos de mulheres e movimentos de base da nossa cidade a partir do feminismo.

De mui diferentes perspetivas falámos sobre as violências locais e globais que o machismo, o racismo, o patriarcado e, em definitivo, um sistema injusto e desigualitário como é o capitalismo, está a exercer de forma estrutural especificamente sobre as mulheres em diferentes tempos e situações da sua vida, e de forma geral sobre o resto da sociedade.

As interconexões entre o Sul e o Norte, que estivemos a experimentar diferentes coletivos através do trabalho em rede e propostas de palestras na nossa cidade nos últimos meses, som imprescindíveis para desfazer as estruturas que nos separam, que nos paralisam e que nom nos deixam viver em harmonia. O pulo que representa para a Europa, para a Galiza a força, determinaçom e clareza de objetivos e estratégias das mulheres do sul, faz-nos acordar do sono profundo em que o neoliberalismo nos tem submersas.

As violências locais e globais estám unidas e assim consideramos o feminicídio, a problemática a que se enfrentam as mulheres migrantes, as guerras e conflitos armados, a exploraçom do corpo da mulher, a exploraçom dos recursos energéticos... como problemas que nos afetam a todas, e assim como as violências estám unidas, também a resistência e luita contra elas tem de ser unida. 

A formaçom política, a memória história, os afetos, o contacto físico e as novas experiências, os espaços de aprendizagem, debate e açom, o divertimento, as novas tecnologias, a rede, a transversalidade, a legislaçom, a quotidianeidade das luitas, a visibilizaçom do feminismo na rua, os processos de base de mulheres, a tranformaçom dos movimentos sociais, o reconhecimento dos contributos de todos os feminismos, do institucionalismo até o transfeminismo, todo isto, e muito mais, conformam as bases sobre que se irá construindo umha comunidade feminista, livre e afetiva contra as violências machistas.

O processo de encontros iniciados neste mês de junho, tenciona continuar no futuro, tratando temáticas mais concretas a partir dalgumhas já geradas neste primeiro colóquio. Continuará a ser um espaço aberto para todas as que queiram participar e aberto também a propostas e dinamizações diversas.

Participarom Acsur, Corrente Vermella, Isca, Maribolheras Precárias, Nós-UP e representantes do Colexic de Educadoras Socias, Asociación galego-portuguesa de educación pola paz, da Universidade da Corunha e da Marcha Mundial das Mulheres, e mulheres em caracter individual.

Modificado o ( Venres, 09 Xullo 2010 21:02 )
 

Marcha Mundial das Mulleres en Istambul - Videos

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A TV Foro Social Mundial fixo un video sobre a Acción Rexional Europea da Marcha Mundial das Mulleres con entrevistas a Nadia Demond de Italia e Ilkur Birol presidenta de Halkvleri. A acción tivo lugar en Istambul, Turquía, nos días 29 y 30 de Xuño.

Outro dos videos que se poden ver xa na rede sobre o Encontro Europeo da Marcha Mundial é este:

Modificado o ( Mércores, 07 Xullo 2010 20:50 )
 

Comunicado do Encontro Feminista Europeo da Marcha Mundial das Mulleres

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Comunicado do Encontro Feminista EuropeuEuropeo da Marcha Mundi

A Acción Rexional Europea da MMM tivo lugar en Istambul, Turquía do 29 ao 30 de Xuño.

30 Xuño 2010, Istambul

Hoxe, a 30 de Xuño de 2010, por volta de 500 mulleres de 22 países e territorios da Europa xuntáronse en Istambul, Turquía, como punto de encontro Europeo da III Acción Internacional da Marcha Mundial das Mulleres. Vindo a Istambul expresamos a nosa solidariedade coas mulleres Kurdas e Turcas e a súa loita polos dereitos das mulleres e o dereito a autodeterminación das persoas. Nós manifestamos desta maneira a nosa idea dunha Europa secular, aberta e democrática onde todas as mulleres podan desfrutar e beneficiarse dos mesmos privilexios como cidadás de pleno dereito.

O noso encontro é o resultado do traballo previo que se fixo en diferentes países, como foi a construción da rede de mulleres dos Balcáns, e diversos encontros nacionais para preparar este evento.

Encontrámonos nun momento en que os gobernos e as institucións internacionais están a utilizar a crise económica e financeira para atacar os dereitos das mulleres e os logros dos movementos sociais dos últimos 50 anos.

Opoñémonos e denunciamos estas medidas e loitamos contra o empeoramento das condicións laborais e previsión das pensións. Loitamos contra a privatización e recortes de orzamento para os servizos públicos e pedimos, que no seu lugar, se reduza en gastos militares . Rebelámonos contra o avanzo da extrema dereita, os fundamentalismos e militarismos así como a criminalización dos movementos sociais e o uso da violencia contra as mulleres para reprimir e facer desaparecer estes movementos. Opoñémonos ao acoso sexual, especialmente contra as mulleres kurdas e as súas crianzas, consecuencia das políticas de Estado así como a todo tipo de violencia que este exerce contra as mulleres activistas. Unímonos ás mulleres das nacións oprimidas que continúan a loitar contra a explotación clasista, sexista e de nacionalismo de Estado.

Xuntas como un movemento feminista internacional de mulleres de base continuaremos a loita organizándonos e participando en futuras mobilizacións como:

- a nosa acción internacional pola paz e desarme na República Democrática do Congo en Outubro de 2010
- a observación do xuízo contra 151 políticas, alcaldesas e defensoras dos dereitos das mulleres kurdas e activistas sindicais en Diarbakyr en Outubro de 2010
- as Euromarchas contra a precariedade e desemprego en Bruxelas en Outubro de 2010.
- o contra-cumio da OTAN en Portugal en Novembro de 2010.
- a manifestación da Confederación Sindical Europea en Setembro de 2010
- a construción do foro Europeo de soberanía alimentar en Austria en 2011

Facemos un chamamento aos movementos sociais para conectar coas múltiples loitas que están a ter lugar localmente e unirse a elas a nivel continental, como nós estamos a facer na Marcha Mundial das Mulleres. Agora é o momento para se unir a estas loitas para así vencer ao capitalismo, patriarcado e racismo.

Mudar o mundo para mudar a vida das mulleres.
Mudar a vida das mulleres para mudar o mundo.

 

Modificado o ( Domingo, 04 Xullo 2010 19:42 )
 

Encontro Feminista Europeo em Istambul!!! - Acçom MMM 2010!!

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Como parte da III Acçom Internacional da Marcha Mundial das Mulheres as companheiras de toda a Europa estam nestes momentos em Istambul onde terá lugar o Encontro Feminista Europeu e onde mulheres kurdas e turcas marcharam juntas contra as violências machistas e pola paz e o desarme em todo o mundo.

As nossas companheiras galegas, Ximena e Tereixa, participaram nas acções programadas em Turquia durante estes dias.

A Marcha Mundial das Mulheres participará activamente no Foro Social Europeu que terá lugar apartires do 1 de Julho em Istambul.

Mulheres em marcha até todas sermos livres!!!

NOVAS ATUALIZADAS!!!

Hoje, 29 de Junho de 2010, aproximadamente 500 mulheres de toda Europa receberom a caravana feminista dos Balkães no Parque Gezi, no centro de Istambul, Turquia.

Mulheres Turcas, Kurdas, Gregas, Albanesas, Macedónias e Rumanesas juntarom-se com as mulheres da Galiza, Itália, Suíça, França, Euskadi, Polónia, Grã Bretanha e Bélgica para denunciar as consequências da crise, as falsas soluções e a hipocrisia dos governos que reduzem em despesas públicas, enquanto estam a doar milhões aos bancos e continuam a manter grandes despesas militares.

Desde o Parque de Gezi, as mulheres marcharom cara o porto onde um bote as levou num tour pola ilha Maiden, que é o ponto de encontro entre Ásia e Europa. Nesta ilha, uma torre foi construída por um rei que, segundo a lenda, tinha prisioneira a sua filha para isolá-la e protegê-la de todo perigo. Desta maneira, a Marcha Mundial das Mulheres simbolicamente denunciou os discursos e práticas patriarcais que confinam às mulheres para as "proteger"

 30 de Junho de 2010, primeiras imagens da Marcha polas ruas de Istambul. Mulheres em marcha até todas sermos livres!!!

REVOLUTION IS FEMALE!!!

Foro Social Europeu 1 a 4 de Julho: A Marcha Mundial das Mulheres a "contaminar" de feminismo o FSE!!

http://esfistanbul.org/

 

Modificado o ( Venres, 02 Xullo 2010 14:24 )
 
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Publicacións:

Campaña:

Descargas:

Organizacións que integran a MMM:

NACIONAL
ADEGA [ir]
Andaina, Revista Galega de Pensamento Feminista [ir]
BNG - Comisión de Mulleres [ir]
CAF - Comisión da Muller [ir]
CNT [ir]
CC.OO - Secretaría da Muller [ir]
Esquerda Unida - Área da Muller [ir]
Forum Galego de Política Feminista [ir]
Galiza Nova - Asemblea de Mulleres [ir]
MÁMOA, Asociación Galega Pro Lactancia Materna
Mulleres Cristiás Galegas
Sindicato Labrego Galego - Secretaría das Mulleres [ir]
STEG - Asemblea de Mulleres [ir]
Xuventude Comunista [ir]

VIGO
AREA LOURA – Mulleres do Val Miñor
Asociación multicultural de mulleres [ir]
Colectivo Violeta
Dorna
Federación Veciñal Eduardo Chao - Vocalía da Muller [ir]
FIGA (Feministas independentes Galegas) [ir]
Mulleres Progresistas de Vigo [ir]
Nós Mesmas [ir]
Rede de Mulleres Veciñais Contra os Malos Tratos [ir]

FERROL
Fuco Buxán [ir]
Lefre de Caldereta [ir]
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PONTEVEDRA
Asemblea de Mulleres de Pontevedra

COMPOSTELA
LIBERANZA, Asociación de Promoción da Muller

A CORUÑA
Asociación Cultural Alexandre Bóveda [ir]

COSTA DA MORTE
Buserana

A MARIÑA
Observatorio da Mariña pola igualdade [ir]

Organizacións que colaboran coa MMM:

Mulleres Nacionalistas Galegas [ir]

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