As mulheres de todo o mundo, dizimos basta à guerra sem sentido em Iraque, e aos ataques crueis contra outros povos no mundo   Feminismo, sempre imprescindível   As mulheres dizimos nom às guerras 
Respeita-me
as minhas diferenças, os meus desejos, a minha sexualidade, a minha história, a minha capacidade de decidir, de pensar, de trabalhar, de gozar; de decidir sobre a minha vida , a minha sexualidade, as minhas amizades, os meus estudos, o meu trabalho; sem imposiçons, sem maus tratos, sem discriminaçons, sem violência, sem estereótipos, sem sexismo, sem machismo,...
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Pese as proibiçons as mulheres estivemos na rua este 8 de de Março de 2008

Pese as proibiçons gubernamentais, as mulheres, na Galiza, estivemos na rua este 8 de Março. Nom podiamos quedar na casa e caladas, nom nos podian silenciar, sobre todo no dia internacional da nosa luita, no dia internacional das mulheres. Querian condernarnos ao obstracismo, o PP com ameaças e o governo com proibiçons concretas através das sua Delegaçom de Governo. Pese as proibiçom com ingénio e constáncia somos visíbeis este 8 de Março.

As mulheres mobilizamo-nos em todo o mundo, na maioria dos casos em"liberdade", mais noutros casos coa ameaça de cárcere e porradas nas nossas costas, noutros casos no médio dumha guerra, exclavizadas, violadas, vendidas, empobrecidas, silenciadas invisíbeis, ...

Pola manhá já tivérom lugar várias mobilizaçons com importante sucesso, pola tarde continuárom as mobilizaçons noutras cidades da Galiza e as Ferias e Festas Feministas.

Para mais informaçom:

Entrar no Blog das Coordenadoras Locais da Marcha Mundial das Mulheres na Galiza


Última hora e posiçom da Marcha Mundial das Mulheres, ante a proibiçom das mobilizaçons do 8 de março de 2008

A Marcha Mundial das Mulheres diante da proibiçom das manifestaçoms do 8 de março, por parte da Delegaçom do Governo Espanhol em Galiza e variaçom dalgunhas convocatórias

Este 8 de março seremos visíveis em toda Galiza, desafiando as imposiçoms e recortes de direitos con imaginaçom e firmeza, nem um paso atrás na defensa dos nossos direitos.

Este 8 de Março estaremos na rua.

Ante a proibiçom da Delegaçom do Governo en Galiza das manifestacions convocadas para o dia 8 de março “Dia Internacional das Mulheres” fazemos de todas o posicionamento das companheiras de Vigo:

1º) A falha de sensibilidade do governo ao convocar as eleiçoms o dia 9 de março, deixando o dia 8 “Dia Internacional das Mulheres” invisivibilizado pola convocatoria eleitoral. Umha vez mais os interesses que prevalecem nom som os das mulheres.

2º) Queremos denunciar a actitude cobarde da subdelegaçom do governo que a pesar de ter conhecimento da convocatória da manifestaçom desde o dia 13 de fevereiro nom se atreveu a proibi-la até onte, dia 5 de março -amparándo-se numha sentença do Tribunal Superior de Justiza de Madrid-

3ª) A Marcha Mundial das Mulheres nom considera que a manifestaçom do 8 de março, umha manifestaçom histórica, que se realiza em todo o mundo na mesma data, e que as organizaçons de Galiza vimos convocando desde há máis de 30 anos, seja un acto de campanha eleitoral (acto que estaria proibido polo artigo 53 da Lei Orgánica de Régime Eleitoral Geral), senom um xeito mais de autoafirmar-nos e reivindicar a igualdade de direitos e de trato para as mulheres.

4º) O Tribunal Superior de Justiza de Madrid, no se que se basea a Subdelegaçom do Governo para proibir a manifestaçom, admite que “a manifestaçom convocada nom tem finalidade eleitoral algumha” .

5ª) A proibiçom basea-se em que a finalidade da jornada de reflexom é a de contribuir a umha formaçom de vontade livre de quem vai exercer o seu direito de sufrágio activo ao dia seguinte, sem mensages nem gestos que directa ou indirectamente podam rachar essa neutralidade, e nom todos os partidos políticos comparte os mesmos postulados respecto ás reivindicaçoms da mulher.

Se aceptamos que a manifestaçom do 8 de março pode supor umha ameaça para essa neutralidade:

Nom é umha ameaça para esa neutralidade a realizaçom de actos nesse fim de semana convocados por umha organizaçom que se tem manifestado diante das eleiçons orientando o voto dos seus afiliados? Nom, Nom estamos falando do movimento feminista senón da igrexa católica, que através da conferência episcopal emitiu um comunicado orientando o voto das pessoas católicas e que durante os vindeiros dias, sábado (día de reflexom) e domingo (dia das votaçons) tem previsto a realizaçom de varios actos em cada parroquia. Estám eles livres da tenue barreira que separa o político do social?

Nom é umha ameaça para essa neutralidade o acto convocado pola Deputaçom de Pontevedra para o sábado pola manhám? ¿Ou a carreira convocada na Comunidade de Madrid por Esperanza Aguirre?-

Enlace.-

Para mais informaçom:

Entrar no Blog das Coordenadoras Locais da Galiza, da Marcha Mundial das Mulheres

8 de Março 2008

Dia Internacional das Mulheres

Nem um passo atrás! As mulheres nom podemos perder direitos.

Levamos um longo caminho andado desde que em 1910 se acordava na Conferencia Internacional Socialista de Mulheres, celebrada em Copenhague, sinalar o 8 de Março como um dia de mobilizaçom e loita polos direitos das mulheres. A nossa sociedade tem avançado cara a onde sonhavam as mulheres que vivírom a Segunda República,  e como nem chegárom a imaginar as que tivérom que sobreviver à ditadura franquista. Com todo sabemos que nos queda moito por caminhar. Também sabemos que o que temos conquistado até agora, pode ser-nos arrebatado por interesses políticos, econômicos ou religiosos. Isto é o que sucedeu nas últimas décadas em países como Afeganistão, Iraque,Nicarágua, Egito, EEUU ou Polônia. Isto é o que pretendem as forças reacionárias representadas pola Conferencia Episcopal e a cúpula do Partido Popular.

Assistimos nestes últimos meses a um discurso ameaçador que relaciona um suposto caos social, coa liberdade das mulheres, e co nosso status de cidadás em igualdade, e cos direitos conseguidos até agora. E dos discursos pretende-se passar aos feitos.Assim já se fixo, abrindo processos judiciais a mulheres que se acolhérom à Lei do Aborto, demonstrando-nos que esta lei é insuficiente para proteger e garantir o nosso direito a decidir, e nos deixa desprotegidas ante a reaçom machista. Políticos conservadores,para a nossa intranqüilidade, asseguram que se ganham as eleiçons vam fazer cumprir a Lei do Aborto. É dizer, haverá mais mulheres enjuiciadas, mais clinicas fechadas e mais obxecçom de consciência na sanidade pública. Os discursos nom param aí. Fala-se do divorcio como um mal da nossa sociedade, e desculpa-se a violência machista por falta de paciência e capacidade de sacrifício das mulheres.

Para o nosso assombro, estes políticos, coreados pola Conferencia Episcopal,falam de negar os direitos humanos, o direito à igualdade, a lesbianas e gais, intentando imponher um modelo único de familia. Ademais, o racismo tinge este discurso, que pretende que recuperemos o medo à liberdade de épocas escuras, de exclusom e sofrimento para as mulheres. A situaçom é grave porque falamos da Instituiçom religiosa com mais poder no nosso país e dumha força política majoritária.

A Marcha Mundial das Mulheres recolhe moitos anos de experiência de loita feminista de todas partes do planeta. É por isso que sabemos que quando soam tambores anunciando passos atrás, retrocessos na conquista dos nossos direitos, o melhor jeito de fazer-lhes fronte é a denúncia,a organizaçom e a mobilizaçom. Este 8 de Março, estaremos apresentando autoinculpaçons de ter abortado nos julgados das sete cidades galegas. Fazemo-lo para mostrar a nossa solidariedade coas mulheres enjuiciadas, para denunciar umha lei que nom garante o nosso direto a decidir. Estaremos organizando, ao longo da geografia galega, actos de denúncia e toma de consciência, do que nos jogamos se nos arrebatam o que levamos conseguido. Estaremos visíveis, ocupando os espaços públicos. Estaremos unidas ao resto das mulheres do planeta que sentem a necessidade de cambiar o mundo para cambiar a vida das mulheres, e que hai que cambiar a vida das mulheres para cambiar o mundo.Se queres somar-te à nossa resposta contra a reacçom machista,consulta www.feminismo.info

NEM UM PASSO ATRAS, AS MULHERES NOM PODEMOS PERDER DIREITOS!

ACTOS PROGRAMADOS PARA O DIA 8 DE MARÇO DE 2008

Entrega de autoinculpaçon nos julgados das sete cidades às 13 h.

-Ponte Vedra: Concentraçom às 20 h. na Praça 8 de Março.
-
Vigo: Manifestaçom às 12 h. con saida da Praça 8 de Março.
-
Ourense: Concentraçom às 13 h. diante do Julgado.
-
A Corunha: Concentraçom às 12 h. na Praça de Quatro Caminhos.
-
Ferrol: Concentraçom às 12 h. diante do Julgado (R/ Corunha).
-
Compostela: Entrega de autoinculpaçons no Julgado às 13 h.


25N2007, Día Internacional da Luita Contra a Violência de Género, na Galiza

“PODEMOS ACABAR COA VIOLÊNCIA MACHISTA, CADA QUEM DESDE A SUA RESPONSABILIDADE”

Um ano mais a Marcha Mundial das Mulheres, convocou em toda Galiza actos e mobilizaçoms para manifestar a nossa repulsa contra a violência machista. As nossas mobilizaçoms estám em consonancia coas celebradas em cidades e vilas de todo o Planeta. A rede internacional da Marcha emiteu umha Declaraçom desde a sua Secretaria Internacional convidando a mobilizar-nos nesta Jornada internacional de luita contra a violência cara ás mulheres. Cinco Coordenadoras Locais junto coa Coordenadora Nacional Galega,convocárom entre outros actos cinco concentraçons [A Corunha, Compostela, Costa da Morte, Ferrol Terra e Ponte Vedra] e umha manifestaçom em Vigo.

Editarom-se miles folhas informativas que se repartírom por todos os recunchos da Nossa Terra, cumManifesto redactado em consenso desde a Coordenadora Nacional Galega, no que, ademais de analisar a situaçom actual e as necessidades desta luita, nomeamos, um por um, todos aqueles sectores que compartem a responsabilidade para rematar coa secuela da violência machista: organizaçons políticas, medios de comunicaçom, sindicatos, comunidade educativa, movimentos associativos, pessoas crentes, homes e mulheres…

Através da campanha “PODEMOS ACABAR COA VIOLÊNCIA MACHISTA, CADA QUEM DESDE A SUA RESPONSABILIDADE”, convidamos a todos os colectivos e sectores sociais a luitar para rematar com este tipo de violência. Cremos que todas as persoas que querem umha sociedade mais justa e democrática debem assumir a sua responsabilidade nesta tarefa.

Por isto, sumamo-nos, umha vez mais, as iniciativas europeas da Marcha Mundial das Mulheres e sacamos à rúa uns braçaletes como símbolo de duelo por cada umha das vítimas, coa finalidade de conseguir que o maior número de pessoas fagamos um gesto para visibilizar o nosso rejeitamento á violência machista.

Para os braçaletes, que se repartírom em todas as mobilizaçoms, empregamos as cores de loito: negro, branco e violeta e duas frases que reflictem com rotundidade a nossa posiçom ante este tipo de violência:

  • “Podemos acabar coa violência machista”
  • “Eu nom som cómplice da violência machista”

O braçalete, vai acompanhado dumhas pequenas instrucçom de interesse, pois podemos utilizá-lo:

  • Cada 25 de novembro, Día Internacional de Luita contra a violência de Género.
  • Cada vez que participemos numha concentraçom de repulsa contra a violência machista.
  • As veces que consideremos necessáario mostrar o nosso rejeitamento da violência machista, no nosso posto de trabalho, no nosso lugar de lecer, no nosso ámbito familiar...

Na maioría das mobilizaçons apresentaou-se a Campanha "PODEMOS ACABAR COA VIOLÊNCIA MACHISTA, CADA QUEM DESDE A SUA RESPONSABILIDADE":

Cumha representaçom artística através da leitura do manifesto nacional galego, combinando música e plástica, para realizar um simbolismo sobre o que a Marcha Mundial das Mulheres quere expresar neste 25 de novembro: a necessidade da unidade de todos os sectores que aspiram a transformar esta sociedade para convertí-la numha sociedade inspirada nos valores de igualdade.

Perante os quince dias anteriores mulheres da Marcha Galega, participaron en diferentes jornadas, encontros, roldas de prensa, entrevistas radiofónicas e outras actividades por diferentes vilas e cidades da Galiza, mesmo a Marcha Mundial das Mulheres na Galiza, recibeu o Premio "Eu Tamén navegar", que concede a Xunta de Galiza, que é um reconhecimento polo nosso trabalho desenvolvido a prol dos direitos das mulheres.

Enlaces das Actividades da Marcha deste 25N2007

Enlaces cos manifestos e Declaraçoms:


PODEMOS ACABAR COA VIOLÊNCIA MACHISTA.
CADA QUEM DESDE A SUA RESPONSABILIDADE.

25N2007

25 de Novembro, Dia Internacional contra a Violência de Género.

Som muitos os cámbios nos últimos anos: novas leis, programas específicos nas administraçons, visibilizaçom nos meios de comunicaçom, distinta valoraçom na opiniom pública, novos valores nas relaçons pessoais... ainda assim, o número de mulheres assassinadas, as denúncias de mulheres agredidas e as condenas por agressons, seguem aumentando. E o que é ainda mais preocupante, a violência machista perpetua-se na gente mais nova.

Somos conscientes de que muitas estruturas económicas (Banco Mundial, Fondo Monetario Internacional, multinacionais...), estruturas políticas (G-8, governos, exércitos...), e estruturas religiosas (Vaticano, conferência episcopal espanhola, aiatolas, imans, conselhos religiosos...) estám mantendo e perpetuando umha organizaçom patriarcal da sociedade onde se encontra enraizada a violência machista, umha realidade implantada em todo o planeta, e que amosa a sua face mais descarnada em situaçons de guerra, tráfico de pessoas e explotaçom sexual.

Ainda assim, desde a Marcha Mundial das Mulheres temos o convencimento de que para rematar coa violência, nom chega coa denúncia e loita contra todas estas instituiçons e estruturas. Partindo da nossa realidade mais imediata, fai falta que confluamos numha mesma direcçom todos os sectores sociais que aspiramos a transformá-la, porque cada quem deve analisar e assumir a responsabilidade que lhe corresponde para rematar com esta lacra social:

*As organizaçons políticas e as pessoas que tenhem responsabilidades e presença nas administraçons e nos poderes públicos, que devem tomar consciência de que este nom é um problema só daqueles departamentos, secretarias, concelhalias... especificas, senom que é algo que atinge de jeito global a todos os estamentos e implica reformulaçons organizativas e de "boas práticas", destinando mais recursos para a aplicaçom das leis, criaçom e manutençom de serviços de atençom e recuperaçom das vítimas, aplicando consecuentemente políticas de prevençom e compromentendo-se, mais aló do papel, nas políticas de igualdade. Enfrentando-se aos grupos políticos que dem o seu apoio a alternativas ou práticas sociais, económicas, religiosas e culturais que neguem a igualdade de direitos para todas as pessoas e favorezam relaçons de marginaçom e opresom.

*As pessoas que trabalham nos meios de comunicaçom, tanto públicos como privados, que tenhem a responsabilidade de elaborar e divulgar umha informaçom objectiva e livre de estereotipos sexistas, tanto em relaçom coas vítimas de violência como a visibilizaçom das mulheres em todos os ámbitos sociais. Assumindo a responsabilidade que lhes corresponde na criaçom dumha opiniom pública inspirada nos valores da igualdade.

*Os sindicatos, que tenhem a responsabilidade de luitar contra a segregaçom e a discriminaçom no mundo laboral e de assumir a defensa da seguridade e a saúde de todas as trabalhadoras e trabalhadores, devem aplicar umha perspectiva de género na sua acçom sindical, utilizando todas as ferramentas na luita contra a discriminaçom, e o acosso e na melhora das condiçons laborais, especialmente dos sectores mais precarizados e vulneráveis, tanto no ámbito rural como no urbano. Como um dos mais importantes agentes sociais corresponde-lhes também um importante papel na sensibilizaçom social a pro da igualdade, a corresponsabilidade e de rexeitamento do machismo e a misoxínia.

*A comunidade educativa, que tem a responsabilidade de detectar e atalhar, no seu ámbito, actitudes machistas e situaçons de violência, formando em valores de igualdade, solidariedade, justiça, liberdade e paz. Gerando dinámicas próprias de renovaçom pedagógica que garantirem umha educaçom em igualdade.

*O movimento vizinhal, cultural, ecologista... que conformam um tecido social moi activo no nosso país e de compromisso transformador, que tenhem a responsabilidade de transmitir e aplicar os modelos de igualdade na hora de elaborar as suas alternativas, a sua prática e o seu modelo organizativo, amosando a sua solidariedade e irmandade com o feminismo.

* As pessoas crentes, que tenhem a responsabilidade de rejeitar o machismo e a misoxínia que emana, tanto das estruturas religiosas, da doutrina, ou dos textos sagrados, buscando um novo modelo de espiritualidade que nom perpetue a exclusom e opressom das mulheres.

* Os homens, que tenhem a responsabilidade de amosar o seu rejeitamento, no dia a dia, às actitudes machistas, desenvolvendo novos modelos de masculinidade, implicando-se na sensibilizaçom e conscienciaçom social pola necessidade dum novo modelo de relaçons afetivas e sexuais baseadas no respeito, a igualdade e a liberdade. Assumindo a corresponsabilidade no coidado (crianças, pessoas enfermas e de idade, trabalho doméstico...), tam imprescindível para as pessoas.

* As mulheres, que temos a responsabilidade de nom perpetuar um sistema que nos margina, de rejeitar unhas relaçons baseadas na sumisom e na desigualdade, que devemos implicar-nos no processo de empoderamento individual e colectivo, criando alianças e cumplicidades que nos ajudem a avançar.

DOMINGO, 25 DE NOVEMBRO, ACUDE ÀS MOBILIZAÇONS CONVOCADAS
Vigo, às 12hs saída de Urzaiz (entrada a Príncipe).
A Corunha, às 12hs no Obelisco.
Ferrol Terra, às 12hs, Praça de Galiza, em Narom.
Ponte Vedra, às 13hs Praça “8 de Março”.
Costa da Morte, às 12hs na Praça “8 de Março” em Cee.
Compostela, às 12:30 na Praça “8 de Março”.


Jornadas em Ponte Vedra, o 20 de Outubro de 2007: A prostituçom a debate

Ponte Vedra, 20 de Outubro: A prostituçom a debate
MMM Marcha Galiza -marchagaliza@gmail.com-
3 de outubro de 2007 00:38
Para: marchagaliza@feminismo.info

A PROSTITUÇOM A DEBATE

A Marcha Mundial das Mulheres organiza o próximo día 20 de outubro, umha jornada aberta de debate sobre a prostituçom. No arquivo encontraredes o programa e o cartaz.

Agardamos a vossa assisténcia.

A inscripçom realizara-se mediante pago de 20€ no nº da conta da Marcha Mundial das Mulheres:

CAIXA GALICIA: 2091-0377-71-3040005610

No recibo deberá constar o nome e a localidade.

Esses 20€ comprendem os cafés de meia manhá e tarde, e o jantar do meio-dia.

Pode-se contactar por teléfono coas coordenadoras de Vigo(657825556 ), Ferrol (652201003), Ponte Vedra (669794462) e A Corunha (649372511).

--
Coordenadora Nacional Galega
Marcha Mundial das Mulheres
Marcha mundial das Mulheres
Avda de Lugo 143, baixo
15703 Compostela-Galiza
CIF G-15773013
tlf
652201003-657825556-667531529
http://www.feminismo.info

Cartaz em formato -jpg-
Folheto em formato -jpg-


II Bandeira de Trainheirinhas Marcha Mundial das Mulheres. Domingo 6 de maio às 12:30 hrs em Meira- Moanha.



[+ info]


5 de Maio de 2007
Jornadas de formaçom sobre soberania alimentária.

Estas Jornadas serám impartidas polas companheiras do SLG CClh, SINDICATO LABREGO GALEGO -COMISIÓNS LABREGAS, que participam na organizaçom internacional de trabalhadoras e trabalhadores do campo VIA CAMPESINA. As Jornadas de Formaçom terám lugar em Vigo o Sábado, 5 de maio de 2007.

Organizadas pola Marcha Mundial das Mulheres.


8 de Março de 2007
Dia Internacional das Mulheres

ELEGE: COMPARTIR OU DISCRIMINAR

As mulheres temos um papel importantíssimo na economia. Realizamos a maioria do trabalho que supom o cuidado e a reproduçom humana. Este trabalho silenciado no ámbito económico, chegaria a representar entre um 15 e um 20% do PIB (Produto Interior Bruto). Um trabalho que é a base do resto da produçom económica e que permite, ao nom estar valorado, a acumulaçom e o ganho capitalista. Ademais, outorgar-nos a exclusividade nas responsabilidades domésticas, serviu de escusa ao longo dos tempos, para contemplar a inclusom das mulheres no mundo laboral como algo temporal ou complementário do seu trabalho natural no fogar. Isso provocou e segue mantendo, as diferências salariais, a maior presência feminina em setores laborais precarizados e na economia submergida.
[+ info]


CONVOCATÓRIAS:

- Cee, às 20:00 hrs, na Praça 8 de Março.

- Compostela, às 20:00 hrs,na Praça 8 de Março

- Corunha, às 20:30 hrs no Obelisco.

- Ferrol, às 20:00 hrs, no Cantom.

- Ponte Vedra, às 20:30 hrs, na Praça 8 de Março.

- Vigo, às 20:00 hrs, na Praça de Portugal.

[+ info]


Isabel Vilalba, enviada pola Coordenadora Nacional Galega da Marcha Mundial das Mulheres ao Fórum de Soberania Alimentária

A Marcha Mundial das Mulheres organiza junto com Via Campesina, o Foro Mundial de Trabalhadores da Pesca, ROPPA – Réseau des Organisations Paysannes et de Producteurs de l’Afrique de l’Ouest, Foro Mundial de Povos Pescadores (WFFP), IPC - Comité de Planificaçom Internacional para la soberanía alimentária, Rede para a Soberanía Alimentaria, e Amigos de la Tierra, um Foro Mundial sobre Soberania Alimentaria. O país elegido para celebrar este encontro é Mali, por ser um país eminentemente agrícola, num continente, o Africano, que também destaca pola produçom de alimentos. A Coordenadora da Marcha Mundial das Mulheres na Galiza conta cumha representante nesta reuniom internacional, Isabel Vilalba, que ademais representa à Coordenadora europeia da Marcha. Som obxectivos deste fórum unificar os distintos conceitos de soberania alimentária e trazar linhas de acçom em comúm para defender o direito dos povos a produzir seus próprios alimentos com independência das condiçons do mercado.
[+ info]

AS MULHERES TEMOS DIREITO A DECIDIR SOBRE O NOSSO CORPO E AS NOSSAS VIDAS
SOLIDARIEDADE COAS MULHERES PORTUGUESAS
SÍ, NO REFERENDUM POLO DIREITO AO ABORTO EM PORTUGAL


O vindeiro mês de fevereiro Portugal somete-se a um referendo co fim de despenalizar o aborto. As redes feministas do país vizinho pidem-nos colaboraçom para facer mais resaltável este feito, vital no livre dispor das mulheres nos seus corpos.

Como medida de apoio desde a Marcha Mundial das Mulheres na Galiza decidimos

CONVOCAR UMHA CONCENTRAÇOM
DIANTE DO CONSULADO PORTUGUÊS DE VIGO,
(rua Marqués de Valhadares, 23)
A QUINTA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO, ÁS 8 DA TARDE

Animamos-vos a participar desta iniciativa assim como a reenviar este correio aos vossos contactos.
Um saúdo Feminista desde a Marcha Mundial das Mulheres na Galiza
[+ info]


SOLIDARIEDADE COAS MULHERES PORTUGUESAS
11 DE FEVEREIRO, REFERENDUM POLO ABORTO EM PORTUGAL

O 18 de Janeiro cumprem-se 5 anos da leitura da sentença de Maia pola que se condeava a 17 mulheres por delito de aborto em Portugal. A este julgamento soman-se os de Aveiro, Lisboa, Setubal e umha apretadissima vitória do NOM no referendum polo aborto realizado em 1998, no que a abstençom subiu até um 70%.

Na Marcha Mundial das Mulheres na Galiza consideramos o aborto como um direito fundamental das mulheres que permite a soberania sobre o propio corpo, garantindo a escolha dumha maternidade desejada e responsável.

[+ info ]



25-N, CONVOCADAS MOBILIZAÇONS EM TODA GALIZA BAIXO O LEMA "RESPEITA-ME"
Som várias as concentraçons, manifestaçons e actividades que vai desenvolver a Marcha Mundial das Mulheres ao redor deste 25 de Novembro dia internacional de luita para acabar com a violência contra as mulheres. Neste ano fai-se um chamado de atençom sobre a importáncia do valor do RESPEITO como umha ferramenta fundamental para acabar coa violência de género.
[Ver comunicado]
[Ver convocatórias]
[Ver cartaz]
Fotos 25_N_06



Encontro da Coordenadora Europeia

(próximamente editaremos informaçom deste encontro)


Resoluçons do VI Encontro Internacional

(próximamente editaremos informaçom deste encontro)


DUAS DELEGADAS DA COORDENADORA NACIONAL PARTICIPAM NO VI ENCONTRO INTERNACIONAL

Pode-se seguir o Encontro Internacional dia a dia consultando a página internacional da Marcha, onde encontraremos um pequeno resumo diário e fotos das delegadas.
[
http://www.marchamundialdelasmujeres.org]


CONVOCATÓRIAS NO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES ANTIMILITARISTAS
24 de Maio 2006

Vigo: Distribuçom do comunicado da organizaçom CODEPINK "As mulheres dizemos nom às guerras", acto na Casa das Mulheres de Vigo às 20:15hs
Corunha: Rolda de imprensa e distribuçom do comunicado de CODEPINK.
Ferrol: Elaboraçom dumha alfombra floral no Cantom desde as 17hs até às 20:30, distribuçom do comunicado de CODEPINK
Compostela: Construcçom dum muro de expressom e tendal antimilitarista às 20:30hs na Praça do Toural. Distribuçom do comunicado de CODEPINK
Ponte Vedra: Colocaçom dumha faixa na Praça do 8 de Março. O dia 25 concentraçom na mesma praça às 20:30hs e distribuçom do comunicado de CODEPINK.
[+ info]


24 DE MAIO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES ANTIMILITARISTAS
As mulheres dicimos nom ás guerras


Desde o passado 8 de Março, mulheres dos EEUU pertencentes à organizaçom Codepink, e mulheres do Iraque, lançárom um chamamento internacional a unir-se contra a guerra. A Marcha Mundial das Mulheres apoia esta iniciativa e sublinha a urgência destas acçons porque no planeta nom só nom desaparecem os modelos militares na resoluçom dos conflictos, más também soam novos tambores de guerra tal e como se está a desenvolver a crise de Irám. [Texto completo]


UM TEMPO PARA A REFLEXOM E PLANIFICAÇOM

Acabamos de terminar um período de intensas acçons a escala nacional e mundial. O Relevo planetário da Carta Mundial das Mulheres para a Humhanidade foi um sucesso e permitiu a milhares de grupos de mulheres do planeta inteiro falar de igualdade, liberdade, solidariedade, justiça e paz. Muitos grupos aproveitárom este impulso para pôr à ordem do dia suas reivindicaçons para mudar a vida das mulheres e mudar o mundo.

Pudérom ver, nestas páginas, como enfrentamos o desafio de aumentar a adesom à Carta Mundial das Mulheres para a Humhanidade e a criar consciência na opiniom pública sobre as problemáticas da mundializaçom neoliberal, a militarizaçom de nosso mundo, a exclusom e a intoleráncia. Nossa acçom atraiu novas mulheres das bases a somar-se ao movimento das mulheres, multiplicando assim o impacto das nossas acçons. A Marcha Mundial das Mulheres contra a pobreza e a violência contra as mulheres, ao pôr a énfase sobre este compromisso de base, e ao reafirmar que som as mulheres, em movimento, as que mudam o mundo, marca o caminho de umha militáncia que se alimenta de análises locais e globais e actua de maneira mundial. Queremos mais acçons, mais mudanças concretas na vida das mulheres e menos discursos vazios ou posmodernos, inclusive dentro das filas do feminismo.
[Texto completo]

1ª BANDEIRA FEMININA DE TRAINHAS
[Pequena crónica e album fotográfico]

Forom nove os clubes que se disputarom a 1ª BANDEIRA FEMININA DE TRAINHAS, MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES. Esta alta participaçom demostra o interesse destas jovens remeiras por conseguir o reconhecimento e respeito que se merecem dentro deste deporte que as discrimina.
[Texto completo]
[Album de Fotos]