SOLIDARIEDADE COAS MULHERES PORTUGUESAS 11
DE FEVEREIRO, REFERENDUM POLO ABORTO EM PORTUGAL
O
18 de Janeiro cumprem-se 5 anos da leitura da sentença de Maia pola que
se condeava a 17 mulheres por delito de aborto em Portugal. A este julgamento
soman-se os de Aveiro, Lisboa, Setubal e umha apretadissima vitória do
NOM no referendum polo aborto realizado em 1998, no que a abstençom subiu
até um 70%.
Na Marcha Mundial das Mulheres na Galiza consideramos
o aborto como um direito fundamental das mulheres que permite a soberania sobre
o propio corpo, garantindo a escolha dumha maternidade desejada e responsável.
Som
6 ainda os paises europeios que negam este direito: Chipre, Irlanda, Polonia,
Malta, Portugal e o principado de Andorra. Nom se pode negar a influência
da hierarquia católica quando estes estados legislam contra os direitos
das mulheres.
O referendum portugues do próximo dia 11 de Fevereiro
converte-se pois num referente para todas as mulheres da Europa que podem ver
como se avança ou se retrocede nos seus direitos numha comunicade geográfica,
cultural e económica que di defender a igualdade e os direitos das mulheres.
Monstramos
a nossa solidariedade com todas as organizaçons portuguesas que fam apoio
ao SIM neste referendum, e com toda a cidadania portuguesa que trabalha por umha
sociedade onde os valores da Igualdade, a Justiça, a Liberdade, a Solidariedade
e a Paz, inspirem a construçom da sociedade portuguesa, europeia e mundial.
Galiza,
15 de Janeiro de 2006 Coordenadora Nacional da
Marcha Mundial das Mulheres na Galiza Avda de Lugo,143 baixo. Compostela.
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